bpmcom mídia espontânea: o crescimento acelerado do conteúdo patrocinado e da economia dos criadores está provocando um efeito colateral inesperado. A bpmcom mídia espontânea voltou a ganhar peso estratégico para as marcas — e é essa a leitura de Paulo Pimenta, CEO da bpmcom — agência de entretenimento e comunicação com nomes como Anitta e Thiaguinho em seu portfólio —, que agora anuncia uma expansão oficial para o segmento corporativo com a criação da unidade Corporativo e Marcas.

bpmcom mídia espontânea: o que aconteceu com a nova unidade

A bpmcom formalizou a estruturação de um novo núcleo voltado a empresas e marcas de diferentes setores. A agência, até então conhecida por sua forte atuação no mercado de entretenimento, já assinou contratos com Mercado Pago e L’Oréal para a nova frente. O movimento responde à percepção de que o mercado está reconhecendo o PR como estratégia de negócio, não apenas como serviço de suporte.

Para Pimenta, o paradoxo é claro: “Foi o avanço dos creators e do conteúdo patrocinado que tornou a conquista editorial mais valiosa.” Segundo ele, o consumidor se tornou mais crítico e seletivo, aprendendo a identificar o que é publicidade — o que fez com que a cobertura espontânea retomasse seu valor de credibilidade junto às marcas. “O consumidor ficou mais crítico, mais seletivo, e aprendeu a identificar o que é publicidade. A mídia espontânea voltou a ter o valor de credibilidade que o paid media não consegue comprar”, afirmou o CEO ao Propmark.

A unidade Corporativo e Marcas vai operar com um modelo integrado que une PR, marketing, eventos e social media sob um planejamento estratégico central. A agência também prevê expansão geográfica e foco em verticais como saúde, tecnologia, política e mercado financeiro.

Por que a bpmcom mídia espontânea está no centro de uma tendência de mercado

A aposta da bpmcom mídia espontânea como vetor estratégico reflete uma transformação profunda no ecossistema de comunicação. O excesso de publis e conteúdos patrocinados saturou o feed dos consumidores, criando uma demanda por vozes genuínas e cobertura editorial não mediada por contratos de patrocínio. Nesse cenário, agências que dominam o jogo da credibilidade e do relacionamento com mídia passam a ocupar um papel que antes estava relegado ao segundo plano.

Em 2026, com eleições, Copa do Mundo e ainda mais fragmentação de atenção, a bpmcom mídia espontânea posiciona a agência como referência em um mercado que está reconhecendo o PR como ferramenta estratégica de alto valor. A expansão com clientes como Mercado Pago e L’Oréal valida que esse reposicionamento tem tração real no mercado corporativo brasileiro.

Análise Adtrend

O movimento da bpmcom ilustra uma virada importante no mercado: após anos de corrida pelo alcance pago, as marcas estão redescobrindo que credibilidade não se compra com mídia — ela se conquista com relevância editorial. O excesso de publis e conteúdos patrocinados saturou o feed dos consumidores, criando uma demanda por vozes genuínas. Agências que souberem posicionar o PR como ferramenta estratégica — e não apenas como relações com a imprensa — estão à frente de uma onda que tende a se intensificar em 2026, ano de eleições, Copa do Mundo e ainda mais fragmentação de atenção. A expansão da bpmcom para o segmento corporativo com clientes como Mercado Pago e L’Oréal valida que esse reposicionamento tem tração real no mercado.

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