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A Copa do Mundo de 2026 está reescrevendo o calendário de marketing brasileiro. Pesquisa da Kantar revela que 77% dos brasileiros pretendem acompanhar o torneio e que 76% terão suas decisões de compra diretamente impactadas pelo evento — dados que transformam o Mundial em uma das maiores janelas comerciais da década.

O que aconteceu

A Kantar divulgou um estudo detalhado sobre os hábitos do torcedor brasileiro para a Copa do Mundo 2026, que acontece em junho e julho nos Estados Unidos, México e Canadá. Os dados pintam um cenário de disputa acirrada entre TV e digital: a TV aberta ainda lidera com 73% de preferência como plataforma de acompanhamento, seguida pela TV por assinatura (39%) e pelo streaming (31%). Mas o digital avança — metade dos brasileiros pretende usar o YouTube para acompanhar os jogos, e 45% usarão o celular como segunda tela durante as partidas. No comportamento digital, 68% vão buscar notícias online sobre o torneio e 50% planejam consumir memes. Fora da tela, 57% dos torcedores planejam assistir aos jogos em casa com amigos ou família. Em termos de gastos previstos, 51% devem aumentar o consumo de comida e bebidas e 24% pretendem comprar roupas e acessórios temáticos. O mercado de apostas esportivas também se destaca: 37% dos brasileiros planejam fazer bets durante o torneio, com o resultado das partidas liderando as preferências (51%), seguido pelo número de gols (26%).

Por que isso importa

Os números da Kantar chegam num momento em que as marcas precisam tomar decisões de investimento para o segundo semestre. E eles deixam recados claros: a guerra de audiência entre TV aberta e plataformas digitais está em curso, e a estratégia de comunicação que apostar em apenas um canal deixará de fora uma parcela enorme do público. O celular como segunda tela em 45% dos lares cria uma oportunidade concreta para ativações em tempo real, conteúdos interativos e campanhas de segunda tela sincronizadas com os jogos. O dado de consumo reforça o óbvio: Copa é gatilho de compra, especialmente em alimentação, bebidas e vestuário. Para as marcas, a Copa 2026 não é só sobre patrocínio ou naming — é sobre estar presente nos múltiplos pontos de contato onde o torcedor vai viver o torneio. Quem não mapear isso agora corre o risco de chegar em junho sem estratégia.

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