Skip to main content

A Pelé Brand estreia em abril um projeto completo de reposicionamento global. Após décadas sob controle internacional, a marca volta às mãos de especialistas brasileiros, com uma identidade visual inédita criada a partir da análise de mais de 1.200 gols do Rei do Futebol.

O que aconteceu

Liderada por Guto Cappio — fundador da agência Sunset e nome de referência na publicidade brasileira — e por um board formado por Neymar da Silva Santos, Gustavo Xisto e Márcio Clare, a Pelé Brand deixa de ser uma identidade fragmentada para se tornar um ecossistema de marca estruturado. A operação conta ainda com Caio Germano (ex-Itaú e WeWork) como VP de Brand & Licensing.

O projeto foi além do estético: a nova arquitetura organiza os ativos simbólicos de Pelé em três territórios estratégicos — Performance, Cultura e Legado. Cada elemento tem uma função clara: a Assinatura como selo de exclusividade, o Número 10 para alta performance, a Coroa para cultura e estilo de vida, e os Gráficos de Movimento — a novidade técnica do projeto — derivados do mapeamento de trajetórias e dribles em 1.200 gols analisados, transformados em linhas gráficas proprietárias.

A estreia pública aconteceu no sábado (11), durante a partida Santos x Atlético Mineiro pelo Brasileirão, na Vila Belmiro. Em ação inédita, a Umbro cedeu seu espaço de destaque na camisa do Santos para que o novo ícone da Pelé Brand fosse exibido — data escolhida por coincidir com o mês do aniversário de 114 anos do clube (14/04) e com o dia do primeiro contrato profissional de Pelé com o Santos, em 08/04/1957.

Por que isso importa

O movimento é mais do que um rebranding: é uma aula prática de gestão estratégica de marca-legado. Por décadas, o nome Pelé foi licenciado de forma dispersa e sem coerência visual. Agora, com uma arquitetura profissional, três territórios bem definidos e uma equipe com currículo sólido em marketing e licensing, a Pelé Brand se posiciona para competir de igual para igual com grandes propriedades esportivas globais — como a Jordan Brand da Nike ou a marca Messi. Para o mercado publicitário brasileiro, o projeto é um sinal claro: ativos culturais de peso precisam de gestão de marca tão rigorosa quanto qualquer produto de prateleira. O Brasil, finalmente, assume o controle do maior patrimônio simbólico do futebol mundial.

Faber-Castell apresenta campanha de Volta às Aulas 2016Campanhas

Faber-Castell apresenta campanha de Volta às Aulas 2016

RedaçãoRedação12/04/2017
Mupy dá um “up” no visualDesign

Mupy dá um “up” no visual

RedaçãoRedação02/06/2017
Vivo apresenta um novo olhar sobre o uso da tecnologiaCampanhas

Vivo apresenta um novo olhar sobre o uso da tecnologia

RedaçãoRedação01/11/2018

Leave a Reply