A Africa Creative é a agência mais premiada da América Latina no ranking global WARC Creative 100 2026, ocupando a 9ª posição mundial — a única representante latino-americana no Top 10. O Brasil avançou uma posição em relação ao ano anterior e agora ocupa o 3º lugar no ranking de países mais criativos do mundo, atrás apenas de Estados Unidos e Reino Unido.
O que aconteceu
O WARC Creative 100 é o índice de referência da indústria publicitária global, elaborado anualmente a partir da combinação de resultados de premiações globais e regionais. Funciona como um termômetro de excelência criativa e eficácia para o mercado publicitário internacional, monitorando o desempenho de campanhas e agências nos principais festivais de criatividade do mundo.
No ranking de 2026, divulgado em março, a Africa Creative conquistou a 9ª posição global, tornando-se a única agência da América Latina no Top 10 mundial. A agência mantém o título de brasileira mais premiada no Cannes Lions pelo quarto ano consecutivo, desde 2021. Outras agências brasileiras também figuram no ranking global: AlmapBBDO, DM9 e GUT São Paulo reforçam a presença do país entre os melhores do mundo em criatividade. A campanha Pedigree Caramelo, criada pela AlmapBBDO, foi destaque entre as 100 melhores do mundo. No ranking geral de campanhas, o topo ficou com Spreadbeats, da FCB New York para o Spotify, eleita a campanha mais premiada do mundo em 2026.
Por que isso importa
O resultado consolida o Brasil como uma das maiores potências criativas do planeta — não mais como surpresa, mas como dado estrutural de um mercado que opera, crescentemente, em nível global. Para as agências brasileiras, a presença consistente no WARC Creative 100 é um argumento competitivo de peso em disputas internacionais de contas e reforça o valor exportável da criatividade nacional. Para os anunciantes, é um sinal de que o país possui capacidade técnica e criativa para campanhas com ambição global — algo que vai muito além do Carnaval e do futebol. O desafio agora é sustentar e ampliar essa posição num ano em que a Copa do Mundo e as eleições presidenciais vão concentrar investimentos publicitários históricos no Brasil.



